Sobre o autor

Olá, meu nome é José Ricardo. Vivo em Campo Grande / MS desde muito pequeno, antes eu morava na fazenda, no Mato Grosso (!!!). Lugarzinho bom de morar, este. Geralmente está um calor levemente acima do suportável, mas ainda assim é relativamente bom de se viver se você colocar na balança coisas como: segurança, trânsito, acesso a serviços, universidades, etc.
Sou cientista da computação formado pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul em 2006. Atualmente sou aluno de mestrado em Sistemas Distribuídos -> Tolerância a Falhas em Web Services da UFMS. Se fosse possível, passaria o resto da vida estudando cada um dos tópicos de CS. Infelizmente não é, minha principal área de interesse atualmente é a de sistemas baseados na Internet, principalmente no que acontece por trás das cortinas (infra-estrutura, especialmente a de software) das interfaces fornecidas pelos sites e aplicativos.
Além de aficionado por tecnologia, também tenho grande interesse por política, economia, filosofia e sobre a língua inglesa.
Por fim, tenho o grande defeito de ser paranóico (chato) em relação ao uso correto da língua portuguesa (quase fiz letras ao invés de CS), portanto, se você encontrar algum erro nesta página, notifique-me, por gentileza. Se antes já era difícil, agora com o novo acordo ortográfico, as coisas se complicam ainda mais.
Experiência Profissional (versão informal)
Tudo começou lá na 3ª série, quando minha mãe capas para os meus trabalhos escolares no corel. Ela trabalhava no CPD da Secretaria de Educação e lá tinha uma impressora a laser megaboga, tenho certeza que tirei notas boas em alguns trabalhos só pelas capas (lembrem-se, isso lá em 95..96), elas eram MUITO melhores que a dos meus colegas de sala. Desde essa época eu já fiquei curioso com as mágicas que o tal do computador fazia.
Quando eu estava na quinta série minha mãe comprou um 486, se não me falha a memória. Até então eu usava o computador só pra jogar (sacrilégio que não mais pratico). Quando cheguei na 7ª série, comecei a auxiliar o professor de informática da escola, basicamente manutenção dos micros e ministrar uma aula ou outra de Word e Excel para adultos, era muito engraçado.
Quando cheguei no colegial as coisas começaram a ficar mais sérias, eu queria ser um hacker, tipo os dos filmes. Foi então que, após pegar uns exploits pra ISS e criar, junto com o PorKaria uns 300 grupos de hackers no IRC, eu vi que as coisas não eram bem assim. Foi quando, não me lembro exatamente quando nem porque, um “guru” que eu conheci no IRC disse: “cara, os verdadeiros hackers não usam windows, eles usam LINUX!”. Daí a coisa desandou de vez. Lá fui eu instalar o tal do slackware 3.0. Tudo isso pra poder compilar uns exploits e port scanners em C que havia na época. Bem, juntamente com as tentativas fracassadas de “hackear” sites e amigos eu tive a sorte de ler textos dos verdadeiros hackers e vi que talvez seria muito mais legal criar coisas (crackers break things, hackers build things, right?). Foi então que eu “aprendi” o tal do PERL. Alas, de tempos mais divertidos não tenho recordação, varando noites no IRC e lendo manuais (man modperl, coisas do tipo) de PERL. Deu até pra fazer algumas coisas legais e úteis. Mas foi aí que eu entrei na faculdade. Bem, aí todo mundo já sabe mais ou menos como é, né?
Como profissional(!), eu comecei como estagiário em 2006, trabalhei um ano com desenvolvimento de sites em PHP (mambo e joomla) e um pouco com o .Net 2.0. Em 2007, continuei trabalhando com PHP, desenvolvendo sites e um framework MVC (propriedade da empresa para a qual eu trabalhava). Meu trabalho de conclusão de curso foi um estudo detalhado do nmap. E durante o meu mestrado estou trabalhando mais com frameworks de web services e de tolerância a falhas, todos em Java. Recentemente também tenho me aventurado a dar aulas na UFMS: Sistemas Operacionais e Sistemas Distribuídos, experiência bastante enriquecedora.

Bem, além disso sou um dos fundadores do Grupo de Usuários PHP do Mato Grosso do Sul (www.phpms.org), iniciativa esta que tem gerado bons frutos: eventos (reuniões e, especialmente, o Dia da Liberdade de Software (foto acima
)), amizades e troca de experiências.
Mais detalhes no linkedin e no currículo lattes.
Que mais?
Bem, além desse lado nerd, eu também gosto de fazer algumas (poucas) coisas que pessoas normais fazem. Dentre todas, jogar capoeira é a que eu mais gosto (junto com jogar bola, lógico). Tive muita sorte, de lá atrás, quando tinha 12.. 13 anos entrar pro maior grupo de capoeira do mundo, a Associação Brasileira para o Apoio e Desenvolvimento da Arte – Capoeira:

Infelizmente, fiquei muito tempo sem treinar (uns 10 anos só), mas agora estou de volta. Para você conhecer um pouco mais de capoeira e da abadá, apresento um dos vídeos da abadá que eu mais gosto:
ISSO é a abadá capoeira. É óbvio que há centenas de outros grupos no Brasil mas, deixando a paixão de lado, duvido que algum seja tão grande e com uma técnica tão apurada. Aí outras coisas entram em discussão, a própria definição de capoeira é motivo de controvérsia: luta, arte, dança, jogo, esporte? Como o meu professor diz: “capoeira é o que o berimbau tá mandando”. Pra mim é um jogo, versátil e extremamente prazeroso. Sem falar nas músicas. Capoeira é inigualável, recomendo a todos, de mamando a caducando.
Bem, isso é um pouco de mim, pelo menos a parte que dá pra publicar na Internet
Deseja falar diretamente comigo?





