WTF’09 – Parte 2
O dia começou quente, 30º às 8 da matina. A princípio clima estranho, pessoas estranhas que não pareciam ser muito amistosas. Mas foi só começar as apresentações que as coisas mudaram de rumo. Boas e curtas apresentações, gostei desse modelo, mas descobri que tenho sérias dificuldades pra condensar conhecimento. Poxa vida, apresentar meses de queimação de massa cinzenta em 20 minutos é f*!()@, sem falar que o meu trabalho era sobre tolerância a falhas em Web Services e o público era apenas de tolerância a falhas. Crítico!
Acho que minha apresentação foi satisfatória, um pouco corrida porque não teve como não falar um mínimo de Web Services pra apresentar a solução. Ainda não vi se existe algum tipo de contrato de confidencialidade do artigo (se é só pra quem participou da LADC, ou não), assim que descobrir como publicá-lo na net eu o disponibilizo, ou pelo menos a apresentação.
Bem, além do conteúdo em si das apresentações, esse tempo sozinho em outra cidade me serviu para meditar sobre outras coisas.
A primeira delas é que nós PRECISAMOS divulgar aquilo que estudamos e as idéias que temos, sejam elas boas ou ruins. Às vezes o que é ruim, ingênuo ou simples em um contexto, pode não ser em outro. Com apresentações de 20 minutos dá pra aprender muita coisa, é um formato ideal. Tá certo que é muito mais difícil de fazer, o apresentador precisa apurar bastante a apresentação pra condensar sem jogar fora o essencial, mas para quem está assistindo é fundamental, justamente para poder ver várias, não só em relação ao tempo mas também em relação à capacidade de absorção. Tendo a idéia geral fica muito mais fácil digerir o artigo depois, caso haja interesse. Acho que o mesmo vale pra qualquer outro tipo de estudo e de idéias.
Estudou ou teve uma idéia? Apresente-a, não deixe as coisas se perderem.
É isso, amanhã, de Campo Grande, eu posto a parte final
August 31, 2009 No Comments
WTF’09 – Parte 1
Estou há algumas horas em João Pessoa/PB. Vim apresentar um artigo no Workshop de Tolerância a Falhas, pré-evento da LADC. O nordeste é mucho loco. De cara, o aeroporto de jampa não é em jampa, é em um cidade vizinha esquecida pela lei. Rapaz, pensa em um lugar que ninguém nunca ouviu falar em capacete, é lá. Saindo do aeroporto, peguei um táxi e aí tive certeza que leis de trânsito não existem para essas bandas. Primeiro que as lombadas estão desativadas, parece que conseguiram liminares pra derrubar as lombadas. Segundo que todo mundo desce o pé. Se você estiver a 100/h tem que andar na pista da direita.
Bem, enfim cheguei ao hotel que eu havia reservado pela Internet através de um e-mail apenas, o Victory Business Flat: http://www.victoryflat.com.br. Vou falar sobre ele (contando com o poder dos indexadores) porque não encontrei opniões sobre o mesmo na net antes de vir pra cá, o que seria muito útil. O hotel é decente, mas a R$ 130 a diária, era pra ser bem melhor, mas imagino que isso seja padrão aqui no nordeste. Ano passado no FISL em POA fiquei em um hotel em que a diária individual custava algo em torno de R$ 70 e ele era mais novo e os apartamentos eram só um pouco menores, um custo/benefício bem melhor, com certeza. O Victory também não é horrível, só é meio velhinho, mas o atendimento é bom e o restaurante zerado e bom, sem falar que a localização é muito boa.
Falando em localização, jampa me decepcionou um pouco. Não sei se é praia em que eu estou (tambaú), mas achei que o mar era caribenho. O mar é bom, calmo e a praia é limpa, mas sei lá, acho que é porque a praia tava vazia que talvez eu tenha ficado um pouco chateado
Sem falar que ir à praia sozinho não tãããão legal assim, né? Mas é lógico que valeu a pena, após quase 10 anos (classe D é isso aí) voltar a rever o mar foi ótimo.
Agora vou descansar, ver o fantástico que amanhã cedo apresento o artigo. Na parte 2 eu falo sobre o WTF, propriamente dito, e coloco as fotos que eu tô tirando por aqui. See ya.
August 30, 2009 No Comments




