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Minimizando qualquer aplicativo no tray

Há algum tempo eu lembro que havia outro aplicativo que fazia algo similar, mas não lembro o nome. No KDE também acho que existe uma opção no próprio gerenciador de janelas para habilitar a minimização no tray (bandeja? blargh!). Mas como resolvi adotar o Ubuntu as-is, acabei de encontrar outra ferramenta que permite forçar qualquer aplicativo a ser minimizado no tray: o alltray.

Se você também usa Ubuntu, basta fazer:

apt-get install alltray

Vá em Applications -> Accessories -> Alltray e o cursor do mouse vai se tornar uma cruz. Clique na janela do aplicativo que você deseja que seja minimizado no tray e pronto, funciona que é uma beleza.

Ufa! Eu já estava de saco cheio do Transmission no meio do meu trabalho.

October 30, 2009   No Comments

Melhorando suas apresentações com o Compiz

Pra quem dá aulas (como eu) ou palestras/apresentações, de vez em sempre aparecem algumas situações em que o Compiz pode ajudar. Uma delas eu acabei de descobrir fuçando aqui (é, estou sem nada pra fazer em pleno sábado à noite) e resolvi compartilhar com vocês algumas dicas.

Bem, antes de mais nada, se você usa Ubuntu, eu recomendo a instalação do gerenciador de configuração do Compiz:

$ sudo apt-get install compizconfig-settings-manager

Agora sim, vai aparecer um novo item de menu: System -> Preferences -> CompizConfig Settings Manager. Isto aí nada mais é que uma telinha com um botão pra cada plugin do compiz disponível no seu sistema:

Compiz Settings Manager

Agora vamos aos problemas. O primeiro pepino que pode dar em uma apresentação é quando a gente prepara um slide com várias informações, geralmente código, e fica lindo no monitor mas, na hora que projeta, fica pequeno. Lá vai o apresentador dar zoom, mexer com barra de rolagem e etc. Nestas ocasiões, o zoom do Compiz vem a calhar. Por default, basta apertar a tecla com o ícone do windows (que eles chamam de “super” só deus sabe porquê) e usar o scroll do mouse. O legal é que ele segura o zoom e conforme você vai mexendo o mouse a tela acompanha. +1 para o Compiz.

O segundo pepino que acontece com certa frequência é você utilizar cores que, ao serem projetadas, ficam fracas na parede (ou seja lá onde for que você estiver projetando). Isso é um troço chato. Uma solução na hora do desespero é selecionar o texto pra ver se dá um contraste, né? Bem, outra opção é usar a função “Negative” do Compiz. Basta pressionar Super + M e o Desktop fica que nem aqueles negativos de fotos. Não é 100% garantido, mas pode ser que ajude, né? Pra voltar ao modo normal de cores, basta pressionar Super + M novamente.

Por fim, a tal da funcionalidade que eu descobri hoje é a “Annotate”, que permite que você rabisque a tela e remova os rabiscos de maneira rápida e eficiente. Para rabiscar basta pressionar Alt + Super + Botão Esquerdo do mouse e arrastar. Aí manda ver nas anotações na tela. Quando você terminar de explicar, basta pressionar Alt + Super + k e pronto, a tela estará limpinha novamente. Se você fizer alguma caquinha no meio das anotações é possível pressionar Alt + Super + Botão Direito que, ao invés de rabiscar, o cursor vira uma borracha. Dessa funcionalidade eu gostei MUITO, muito útil mesmo, é quase uma “lousa digital”, né não? Indispensável para quem, como eu, não tem um daqueles apontadores “laser” :P

É isso aí que eu tinha pra compartilhar por hoje galera, t+.

Post escrito ao som de Radiohead. :)

August 22, 2009   No Comments

Pedido público de desculpas ao Ubuntu

Acabei de levar um tapa na cara, de mão aberta, do Ubuntu. Cá estava eu no meu note quando vem minha prima pedindo pra transferir umas fotos do celular ultra moderno que ela tem. Olhei pro bicho, pluguei o cabo USB, nada. Guri novo que sou, pensei: “vou pro Vista (que deixei esmagado em uma partição só deus sabe porquê). Chegando lá, pluguei de novo, nada. Lembrei: “putz, tem bluetooth”. Mandei o windows buscar… ficou meia-hora baixando isso e aquilo e meteu atualização no meio e num sei que lá, pra no final pedir o cd e dizer “não consigo”.

Voltei pro ubuntu, cliquei no ícone do bluetooth: “setup new device”, 5s, ok! Clico em “explore device”. Em mais 2s estou movendo os arquivos! FLAP, FLAP, FLAP!

Detalhe, o meu note é um PHILIPS que só eu sei como comprei (depois eu faço um review, porque tem quase nada na net e, quando o vêem, quase todo mundo fala ‘putz, um philips, nem sabia que esses caras faziam note’), instalei o ubuntu sem UM PERRENGUE sequer, tudo funcionando, inclusive compiz e tudo mais, coisa mais linda.

Ubuntu: DESCULPE-ME!

August 18, 2009   No Comments